Tempo em Algueirão Mem Martins

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

[CMS] Requalificação da Rua Horta de Fanares em Mem Martins (video)

A Câmara Municipal de Sintra está a requalificar a Rua Horta de Fanares, em Mem Martins.

A intervenção que consiste no reperfilamento do arruamento, criação de estacionamento no lado esquerdo no sentido ascendente, beneficiação dos passeios e pavimentos, decorre no âmbito da Reabilitação de Pavimentos e Sistemas de Drenagem em Algueirão – Mem Martins, promovendo o incremento da segurança rodoviária e a valorização do espaço público. No sentido de reduzir algum impacto negativo durante a realização dos trabalhos, a circulação automóvel alternativa faz-se pela Rua Índia Portuguesa.

Custo estimado da obra: € 75 000,00 + IVA

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Concordas com as alterações de trânsito em São Carlos??

A alteração de trânsito de no cruzamento da ‘Rua Leopoldo de Almeida’ com a ‘Estrada de Mem Martins’ não trouxe nada de positivo…

Os carros proveniente da zona do IC19/Jumbo, que têm como destino o ‘Casal de São José’, ‘Bairro São Carlos II’, ‘Bairro das Eiras’ ou a ‘Urgência Basica/Messa’ continuam a ser obrigados a virar à esquerda, mas agora poucos metros mais à frente para a 'Rua eng. Carlos Santos', num cruzamento que se mistura com a entrada para o estacionamento do ‘Minipreço’… O que se ganhou com a alteração de trânsito???

Passou a ser proibido virar à esquerda para a ‘Rua Leopoldo de Almeida’, mas para a ‘bomba de combustível da Galp’ continua a ser autorizado virar à esquerda???

E já que a Câmara Municipal está empenhada em alterações de trânsito no Bairro de São Carlos, face ao estacionamento excessivo e ao trânsito devido aos infantários na zona, com largada e recolha de crianças, penso que seria benéfico transformar a ‘Rua Lagoa Marinha  numa via de sentido único… fica a minha sugestão…

domingo, 31 de julho de 2016

A Quatro a Quatro Quartos regressa aos palcos aos palcos com uma adaptação de Woody Allen

Quatro Quartos estreou a sua nova peça Baixa-Chiado, uma adaptação de Central Park West, de Woody Allen. O Espalha-Factos foi assistir ao espetáculo e ainda conversou com o jovem grupo de atores da Escola Secundária de Mem Martins.
A Quatro Quartos é um grupo que pretende vir a tornar-se uma Associação Cultural, não só incidindo no teatro mas também em outras formas de arte. “A nossa base de criação inicial é ainda o teatro, base de formação dos fundadores, mas pretendemos alastrar as nossas criações para cinema, música, BD e causas sociais ligando a arte e os jovens de risco na região de Sintra. Para já, os primeiros passos são dados no teatro”, diz Tiago Pereira, um dos fundadores da Quatro Quartos, ator e encenador da peça Baixa-Chiado.
A peça é já o quinto espetáculo produzido pelo grupo, embora apenas o segundo oficial da Quatro Quartos (sendo que os anteriores surgiram de colaborações). Baixa-Chiado foi, ainda, um passo numa nova direção, na medida em que incluiu não só os atores já pertencentes à Associação, mas convidou ainda duas atrizes, Ana Colher e Raquel Lopes, de um outro grupo de teatro.
“Fui convidada pela Quatro Quartos no fim de um espetáculo do meu antigo grupo (o grupo Reticências, da Escola Secundária Leal da Câmara). O Tiago e o Bruno [fundadores da Quatro Quartos] fizeram-nos o convite, a mim e à Raquel, e nós aceitámos um pouco às cegas, sem sabermos bem para o que íamos”, explica Ana, a Julieta de Baixa-Chiado“Gostei de ver o meu trabalho reconhecido por outras pessoas que já tinham experiência na área. Tem sido uma experiência boa e interessante. A forma como o grupo de organiza é muito diferente daquilo a que eu estava habituada”, acrescenta Raquel, que, no palco, dá voz a Filipa.
A pequena sala enche-se rapidamente de pessoas curiosas que se sentam nas almofadas dispostas no chão. É noite de casa cheia e a equipa de produção acaba por ter de colocar cadeiras para que todos os espectadores fiquem sentados. O palco está escuro e distingue-se apenas o contorno de um sofá. Uma atriz entra em palco, senta-se, as luzes acendem-se e o espetáculo começa.
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Foto: Gonçalo Sousa

Amor e traição

Tudo o que se segue é um reboliço de emoções e de reviravoltas, de surpresas e de escândalos. O público ri-se com as tiradas irónicas e os dramas que se desenrolam um atrás do outro na sala de estar de Filipa, uma psicanalista sarcástica e com um carinho especial pelo álcool. À medida que a sua sala se vai enchendo de pessoas que rapidamente passam de amigas a inimigas, o público fica mais preso no enredo que se adensa à sua frente. É uma história de amor e traição, com um duplo sublinhado na traição. O elenco, embora pequeno, enche as medidas: cinco personagens, cada uma com o seu distúrbio e dose de loucura.
O fim, tão surpreendente e catastroficamente hilariante como toda a peça, deixa os espectadores a aplaudir de pé. “Baixa-Chiado é uma peça caracterizada por uma forte energia, quer a nível de diálogos quer a nível de movimentação”, descreve Madalena Pronto, uma das atrizes da peça, que dá vida a Carolina. “A complexidade deste texto é ter de ser dito muito rápido pois grande parte dos diálogos do espetáculo são em tom de discussao”, acrescenta Bruno Santiago, que veste a pele de Ricardo na peça. Tanto na voz dos atores como na perspetiva do público, é impossível negar o quão eletrizante e arrojada é esta maravilhosa adaptação de Woody Allen.

A paixão pela criação artística

E porque um espetáculo é apenas a ponta do icebergue daquilo que levou à sua apresentação, o Espalha-Factos falou com a pequena equipa de atores que constitui a Quatro Quartos sobre todo o processo de preparação para esta peça e também as dificuldades que encontraram na organização da mesma. “Felizmente encontrámos um grupo muito bom e bem organizado e contámos também com o enorme apoio do nosso técnico Marco Lopes, pelo que a preparação e organização do espetáculo correu tão bem quanto podia correr. A parte mais complexa é mesmo a montagem e desmontagem da sala todos os fins-de-semana. Tenho sido sempre eu a gerir esta montagem e é coisa para durar cinco horas a montar e entre uma e duas a desmontar”, explica Bruno Santiago, produtor e ator de Baixa-Chiado. Tiago Pereira diz, ainda, numa nota positiva: “Temos as dificuldades que todos os grupos não profissionais e sem apoios têm, mas como somos unidos e nutrimos uma paixão enorme pela arte e pela criação, conseguimos organizar-nos para tudo corra nas melhores condições.”
A dinâmica e união do grupo de atores que forma a Quatro Quartos é transparente e percetível, caracterizada por uma força de vontade que nasce do amor pela arte. Esta motivação sente-se não só quando pisam o palco, mas também quando as cortinas baixam. “Apesar das dificuldades que por vezes surgiram relacionadas com o espaço, tempo, ideias ou materiais, conseguimos sempre superar isso e transformar um corredor de uma escola num palco digno de se ver Teatro, da melhor forma que conseguimos”, conclui Raquel Lopes.
A Quatro Quartos promete regressar em setembro com novidades, e o Espalha-Factosaconselha desde já que sigam o percurso desta ousada Associação.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

[CMS] Requalificação do espaço envolvente entre a ciclovia e a via ferroviária de Mem Martins

A Câmara Municipal de Sintra está a requalificar o espaço envolvente entre a Ciclovia Ouressa – Portela de Sintra e a via ferroviária, na freguesia de Algueirão – Mem Martins.
Trata-se de um terreno com cerca de 400 m de comprimento e 8 m de largura.
A área intervencionada comtemplou a limpeza do solo, a abertura de uma vala para a instalação de um sistema de rega e a aplicação de uma camada de terra vegetal com vista à plantação de 50 exemplares arbóreos e sementeira de prado florido.

domingo, 17 de julho de 2016

[CMS] Requalificação da Rua Horta de Fanares em Mem Martins


A Câmara Municipal de Sintra irá iniciar no dia 18 de julho por um período de 90 dias, as obras de requalificação na Rua Horta de Fanares, em Mem-Martins, que consiste no reperfilamento do arruamento, criação de estacionamento ao lado esquerdo no sentido ascendente e beneficiação dos passeios e pavimentos.

Os Bancos de jardim no Bairro de São Carlos

No Bairro de São Carlos, junto ao escuteiros, é neste estado que se encontram os poucos bancos de jardim existentes...





terça-feira, 12 de julho de 2016

Festejos de 'Campeões da Europa' no 'Bela Vista' (video)

A Rotunda do Bela Vista, em Mem Martins, encheu-se de festa, para comemorar o título da Selecção Portuguesa de Futebol 

sábado, 9 de julho de 2016

[O Jogo] De Algueirão a Paris são 12 anos de distância



Em 2004, William e Danilo estavam em Algueirão, no concelho de Sintra, mas jogavam em clubes diferentes
Danilo e William Carvalho tinham 12 anos e estavam, em 2004, a jogar na mesma freguesia do concelho de Sintra, enquanto Renato Sanches era tão criança que ainda nem estava federado

O mote para este trabalho foi dado ontem por João Mário. Em conferência de Imprensa, o médio do Sporting lembrava-se que em 2004 estava na cidade do Porto a ver a final do Campeonato da Europa, mas não tinha a certeza onde jogava nessa época. “Competia no Sporting, se não me engano”. E não se enganou mesmo. Nessa altura estava em Alvalade, nas escolinhas. A dúvida até tem razão de ser, porque na temporada anterior jogava no mesmo escalão, mas no rival FC Porto. “Na altura eu era muito novo para pensar jogar na Seleção”, justificou o agora finalista Europeu.
O exemplo de João Mário foi um bom pretexto para procurar e analisar todos os 23 jogadores convocados por Fernando Santos. Num grupo tão diversificado, mas ao mesmo tempo constituído por vários jovens, basta ver o quadro que publicamos nesta página e salta logo à vista o caso de Renato Sanches. O menino que tantas dúvidas criou por causa da idade era tão criança que nem jogava futebol. Compreende-se. Tinha apenas seis anos e, no máximo, jogava na rua com os amigos. Os primeiros pontapés como federado foram dados apenas em 2006/07, nas escolinhas do Águias da Musgueira, onde esteve dois anos antes de se transferir para o Benfica.
Apenas quatro anos mais velho do que Renato Sanches, Raphael Guerreiro e André Gomes também têm percursos curiosos. O lateralesquerdo jogava em França, onde fez toda a carreira – assinou agora pelo Borússia Dortmund –, e em 2004 estava no Caen, depois de ter passado por clubes de menor dimensão como o Blanc-Mesnil e o Clairefontaine. Já o médio português que se transferiu do Benfica para o Valência, estava em 2004 nas escolinhas do FC Porto. Dispensado dos dragões no último ano de iniciados, mudouse para o Pasteleira e depois ainda esteve duas temporadas no Boavista.
Mais velhos e muito mais experientes, Ricardo Carvalho e Cristiano Ronaldo sabem bem o estavam a fazer no dia da final do Campeonato da Europa, pois são os únicos dos 23 jogadores convocados por Fernando Santos que estiveram na final de Lisboa, contra a Grécia, e mantiveram-se ao mais alto nível nestes últimos 12 anos. Já a vida de Pepe deu uma reviravolta enorme. O defesa-cen- tral do Real Madrid cumpria a terceira e última temporada no Marítimo, seguindo depois para o FC Porto, onde esteve três épocas. Deu depois um salto de gigante e conquistou vários troféus pelos merengues, com especial destaque para duas Ligas dos Campeões.
E se Pepe deu passos de gigante, o mesmo aconteceu com Danilo e William Carvalho. Os dois jogavam, em 2003/04, em clubes de menor dimensão, com a particularidade dos dois médios coincidirem na idade e na vila onde jogavam. Os dois estavam em Algueirão, no concelho de Sintra, mas enquanto o médio do FC Porto representava o Arsenal 72, o jogador do Sporting estava no Algueirão, passando ainda pelo Mira Sintra antes da mudança para Alvalade, em 2005/06.
Ricardo Carvalho e Ronaldo são os únicos resistentes da equipa que disputou e perdeu contra a Grécia a final do Europeu de 2004 em Lisboa

Encerramento da Agência Santander Mem Martins Chaby Pinheiro


Ontem, dia 9 de Julho, encerrou ao público a agência bancária do 'Santander Totta', na Av. Chaby Pinheiro, em Mem Martins



terça-feira, 28 de junho de 2016

sábado, 25 de junho de 2016

Danilo e William

Na selecção Portuguesa presente no Euro 2016 em França, encontram-se 2 jogadores que começaram as suas carreiras futebolísticas em clubes de vila de Algueirão Mem Martins:





segunda-feira, 20 de junho de 2016

[Hipersuper] Espanha e Brasil na mira da retalhista portuguesa Topsndolls

A Topsndolls é a “segunda cadeia organizada” de revenda de produtos para criança a instalar-se no País, mas o primeiro conceito “100% português”. A rede de ‘franchising’ nasceu no Porto e tem como um dos objetivos a internacionalização.

Em Mem Martins, na Av. Chaby Pinheiro nº26
Foi para preencher a lacuna de revenda de artigos de criança que nasceu em 2009 no Porto a retalhista de revenda de produtos para criança Topsndolls que conta com cinco lojas, situadas no Porto, Vila Nova de Gaia, Oeiras, Odivelas e Mem Martins.
Esta é a “segunda cadeia organizada” em Portugal que vem dar rendimento aos pais pelos artigos que os filhos já não podem usar. Ao contrário da cadeia Kid to Kid, conceito que foi importado, a marca é totalmente portuguesa e com objetivos de alargar a mais geografias. Daí a escolha do nome em inglês.

“Revenda é consequência do consumo”
Este nome varia da conjugação das palavras “tops” (peões) e “dolls” (bonecas). Foi inspirado num livro sobre uma história, que se passa entre a Idade Média e o princípio do Renascimento, em que as meninas brincavam com bonecas de trapos e os meninos com peões”, explica em entrevista ao HIPERSUPER Sérgio Carvalho, ‘master’ da insígnia. “Decidi investir neste negócio porque vi uma oportunidade no mercado de reutilização, já que não faz concorrência ao mercado de produtos novos. É uma consequência de haver consumo de artigos novos”.
Para arrancar com o projeto, investiu há sete anos “cerca de 75 mil euros” na abertura da primeira loja, a única própria que detém. As restantes são franchisadas. “Como as rendas baixaram, neste momento investir num ponto de venda da marca ronda os 50 mil euros. Os promotores do negócio começam por ser clientes e depois decidem abrir uma loja. Mas, para isso, têm que respeitar várias condições. Uma delas é serem eles próprios funcionários da loja. Este negócio dá muito trabalho e precisamos de investidores dedicados”, sublinha.
As cinco lojas têm em média 200 metros quadrados e expõem “mais de cinco mil artigos” cada. As roupas e o calçado representam “75% do volume de negócio” da cadeia, que abrange também a puericultura – pesada e leve – e brinquedos. O ‘stock’ é acumulado ao longo do ano em armazém, através das mães e pais que ali deixam os artigos que já não servem aos filhos, com idades entre os 0 e os 12 anos. São avaliados através de um sistema informático comum a toda a rede, que calcula o valor consoante a informação submetida sobre o estado do produto. Depois seguem para os lineares com preços “entre 50% a 60% mais baixos do que produtos novos”. Reparações não são feitas mas “por vezes, investimos no acondicionamento para acrescentar mais valor a certos bens”, diz o ‘master’.

Clientes reciclam cada vez mais
Temos clientes que só vendem, outros que só compram e cada vez mais temos pais que reciclam”, conta Susana Pereira, responsável da loja instalada em Oeiras há dois anos. “Quando vêm vender os artigos, oferecemos a possibilidade de cobrar 25% do valor em crédito na loja. Muitos pais vêm vender o que já não serve aos seus filhos e acabam por preferir ficar com a bonificação para levarem artigos da idade pretendida. Cada vez mais temos pessoas a aderir a este conceito de reciclagem”. Quanto à puericultura pesada (carrinhos, mobiliário, berços, cadeiras, entre outros), os artigos podem ser comprados à consignação, sendo que o cliente fica com 50% do valor quando o produto é vendido.
“Regra geral, cada loja tem os seus próprios clientes e vendedores, apesar de trocarmos produtos entre lojas quando há excesso numa e escassez noutra. A procura por certos produtos também obriga a que por vezes tenhamos que comprar artigos novos. Por exemplo, na loja de Oeiras as camisolas de gola têm muita saída, sendo que não temos resposta e acabamos por comprar”.
Expandir para Espanha e Brasil
Atualmente, o ‘master’ da insígnia está a analisar novas aberturas “na região da Grande Lisboa e do Grande Porto” mas só anunciará “quando estiverem de contrato assinado”. Além disso, a Topsndolls, que adotou esta designação com vista à internacionalização, pode-se instalar “a qualquer momento” no país vizinho, por via de ‘franchising’. “Neste momento, andamos com contatos em Espanha e interessava-nos também o Brasil. Estamos a fazer alguma divulgação nesse sentido”, revela Sérgio Carvalho.


Em 2015 a insígnia faturou “à volta de 800 mil euros em termos globais”, uma “ligeira subida” face ao ano anterior, e prevê uma evolução de entre 10% a 15% para este ano.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

quarta-feira, 15 de junho de 2016

[Correio Manhã] Mulher vive terror em roubo armado

O ataque armado à bomba de gasolina da Cepsa da estrada de Mem Martins, em Sintra, aconteceu pouco depois das 07h00 deste domingo. Dentro do posto de combustível estava uma funcionária que foi ameaçada com a arma. O assaltante tirou dinheiro e, logo de seguida, fugiu a pé. Pouco depois de receber o alerta, uma equipa da PSP chegou ao local. O assaltante, porém, ainda não foi localizado. A investigação do caso já foi entregue à Polícia Judiciária que tenta agora perceber se o assaltante atuou sozinho ou se contou com a ajuda de um cúmplice que terá ficado no exterior da bomba de gasolina. 

A funcionária ameaçada recebeu o apoio das colegas. Ficou em choque e chorou ao relatar o que tinha acontecido. 

O depoimento da vítima será fundamental porque sendo a única testemunha poderá dar pistas sobre as características do assaltante. A polícia também já pediu as imagens de videovigilância para ser mais fácil a identificação do ladrão. Investiga também se houve mais assaltos do género nos últimos tempos, feitos por este homem. Logo a seguir ao assalto, as funcionárias encerraram a bomba de gasolina durante cerca de duas horas. Na altura do roubo, não estava nenhum cliente dentro do posto de abastecimento de combustível. Questionada sobre o montante levado pelo assaltante, fonte da PSP disse que ainda não foi contabilizado, mas referiu que não terá sido levado muito dinheiro uma vez que a bomba de gasolina tinha acabado de abrir portas.

domingo, 12 de junho de 2016

[CMTV] Assalto à mão armada a bomba de gasolina em Mem Martins

clica na imagem para ver video
Uma bomba de gasolina foi assaltada na manhã deste domingo, às 7h10, na Estrada de Mem-Martins, em Mem Martins, Sintra. Assalto a bomba de gasolina O assaltante ameaçou a funcionária com uma arma de fogo e colocou-se em fuga. O caso foi entregue à Polícia Judiciária.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/assalto_a_mao_armada_a_bomba_de_gasolina.html

sábado, 11 de junho de 2016

Teatro: "Baixa-Chiado"

A recém criada Associação Cultural Quatro Quartos vai levar à cena a sua segunda peça de teatro “Baixa-Chiado”, uma adaptação do texto original de Woody Allen “Central Park West” com encenação de Tiago Pereira, nos próximos dias 10, 11, 17, 18, 24 25 de Junho e dias 1 e 2 de Julho, no espaço teatral da Escola Secundária de Mem Martins pelas 21h30h.

A Associação Cultural Quatro Quartos é um grupo criado em Fevereiro de 2015, que nasce da vontade de um conjunto de artistas dedicados em trazer cultura da comunidade para a comunidade.

Sinopse:
"Próxima estação: Baixa-Chiado. Atenção às possíveis intrigas e tenha cuidado com os segredos prestes a serem revelados. Lamentamos informar mas devido a problemas de falta de confiança, distúrbios psicológicos e elevada taxa de alcoolemia podem existir turbulências na linha. Pedimos desculpa pelo incómodo causado e pelas emoções fortes que eventualmente surjam ao longo do percurso. Obrigado pela vossa compreensão."
Uma adaptação do texto original "Central Park West" de Woody Allen. Um espectáculo encenado por Tiago Pereira, num estilo irreverente e caótico, que nos faz questionar a confiança no outro, e sobre o quanto o ser humano se revela em momentos complicados. 

Entrada: 2€ com LOTAÇÃO LIMITADA.

RESERVAS: sms 918 272 708 | reservasquatroquartos@gmail.com

Os bilhetes devem ser levantados no local até 21h15.

Classificação etária: M/16
Duração aproximada: 1h20m

Adaptação do texto original “Central Park West” de Woody Allen.

Ficha técnica:
Adaptação, encenação e direcção artística: Tiago Pereira
Interpretação: Raquel Lopes, Madalena Pronto, Bruno Santiago, Tiago Pereira e Ana Margarida Colher
Assistência técnica: Marco Lopes
Agradecimentos: Pedro Oliveira, Teresa Oliveira, Teresa Gomes, Gonçalo Sousa, Cláudio Martins.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Panda em Mem Martins

No passado dia 4 de Junho, o 'Panda' esteve com as crianças em Mem Martins, na Av. Chaby Pinheiro


segunda-feira, 30 de maio de 2016

[JFAMM] Comemoração do 'Dia da Criança' 4jun

No próximo dia 4 de junho, sábado, a junta de freguesia de Algueirão-Mem Martins vai comemorar o Dia Mundial da Criança com mais um conjunto de iniciativas que vão tornar este dia único e especial.

O Dia Mundial da Criança celebra-se a dia 1 de junho, no entanto, as comemorações na nossa freguesia serão realizadas no sábado, dia 4, na Quinta de Santa Teresinha, em Mem Martins.


Este ano a junta de freguesia preparou um conjunto de iniciativas inéditas das quais se destacam o foot bump, a piscina de bolas, o air bungee, os insufláveis, e muitas outras surpresas que temos guardadas para os mais novos.


domingo, 29 de maio de 2016

* OpiniãoAMM: Visão (de futuro) para Algueirão Mem-Martins (AMM).

Texto Nuno Maior
(Movimento (Re) Pensa Sintra)





Muitas vezes questiono-me como será AMM daqui a quarenta anos….
Será que as mudanças radicais que assistimos nas últimas décadas (transformação rural para urbana, abandono dos campos para a industria e serviços) na nossa freguesia, e um pouco por todo o concelho vão ser igualmente radicais nos próximos quarenta?

E de que forma serão essas mudanças?
De facto é difícil imaginar o que nos reserva o futuro. No entanto, conseguimos com relativa facilidade apontar algumas tendências, sendo uma delas a forma como produzimos energia e de que forma a aplicamos.


Neste campo, parece consensual uma modificação para um uso cada vez mais generalizado das energias “limpas” e o aproveitamento dessa energia para a mobilidade. No entanto AMM persiste no licenciamento de postos de combustível numa área saturada deste tipo de oferta. Prova disso mesmo, são as mais recentes bombas de combustível do Jumbo e as obras para (mais) umas bombas de combustível junto ao sopé da Serra de Sintra, em Ranholas (IC30)

Que visão de “futuro” é esta que contradiz toda a tendência energética do futuro? Por toda a Europa multiplicam-se os casos de sucesso de investimento em energias “limpas” e no ramo automóvel elétrico. Pelo concelho de Sintra olha-se para o passado (combustível fóssil) como investimento garante de futuro, ignorando a (r)evolução (já) existente.

Sabiam que em AMM (maior freguesia da Europa?) não existe um único ponto de carregamento de veículos elétricos? O que serão destas bombas de combustível daqui a quarenta anos? Estarão abandonadas e devolutas como tantas outras indústrias por AMM (e arredores) que não souberam acompanhar os tempos?

O que falta para alterar esta mentalidade? Talvez uma agenda ambiental devidamente estruturada e que saiba ser inovadora.

Existe tanta vontade em criar “cluster” de conhecimento, inovação e tecnologia, porque não neste campo?