Tempo em Algueirão Mem Martins

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

[Observador] Trabalhar no duro e chegar ao fim sem nada

Lesões, más opções ou até a idade. Nada ajuda quando é altura de procurar clube. E não ajudou 46 jogadores que, este verão, apareceram no estágio da zona sul do sindicato de jogadores de futebol.

Reportagem completa
http://observador.pt/especiais/trabalhar-duro-e-chegar-ao-fim-sem-nada/


A receção aos jornalistas do Observador no balneário foi pacífica. Uns apertos de mão aqui, uns olás ali e alguns sobrolhos a erguerem-se ao avistarem os dois intrusos. Havia alguma desconfiança. 

Aqui deixo uma história

Adilson trabalhou num call center e numa loja da PT, depois de terminar o 12.º na escola secundária de Mem Martins. Agora, mais do que nunca, pondera voltar aos estudos. “Ainda pensei em arquitetura, mas deixei-me disso. Quero design, é uma área onde quem quer, trabalha”, atirou, ao desdobrar a conversa por entre uma e outra possibilidade laboral se o futebol não lhe der nada de volta. Adilson era um dos 16 jogadores que, na última semana de treinos do sindicato, sobravam do lote de 46 que arrancaram no estágio da zona sul. Uns deram nas vistas e arranjaram clube. Outros já o tinham e apareceram só para não deixaram a forma física fugir. E depois há os que sobraram. Ou “os menos prioritários”, como explicou Carlos Dinis, ao dizer que “os empresários interessam-se por jogadores com mais visibilidade e capacidade para arranjarem bons contratos”. Estes, lamenta, “são deixados para o fim da linha”.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

ESMM » Peça Brígida di Grazia pelos Lordes do Caos

Apresentação completa da peça Brígida di Grazia pelos Lordes do Caos da Escola Secundaria de Mem Martins. 
[O texto é de Ana Rita Barreira e a encenação foi de Tiago Pereira]

Making of

Apresentação completa
http://youtu.be/N72d5ejeJY0

Concurso de escrita - Argumentos para curta-metragem: 'Mente e Matéria'

Para todos os escritores, curiosos e apaixonados pelo cinema, a produtora de cinema independente Bookcase, SEDIADA NA NOSSA FREGUESIA, apela à participação na primeira edição do concurso de escrita - Argumentos para curta-metragem. 

O tema é 
"Mente e Matéria" e é possível concorrer até 24 de Setembro. 

O concurso não tem custo de participação e o prémio para o melhor argumento é de 1000€ .

O regulamento do concurso encontra-se disponível em 

Pingo Doce São Carlos - Mau estacionamento

e assim se descarregavam frangos hoje no Pingo Doce de São Carlos em Mem Martins, perto das 20h... (e não vou dizer o que assisti...)

Será necessário explicar para que serve o passeio? ou privacidade no MultiBanco? 

A policia constantemente ignora o mau estacionamento neste local, mas isto talvez seja um exagero...

9Set aprox 20h
9Set aprox 20h

9Set aprox 20h

YOUNG THUGZ // 'Fica Real' (video)



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

[Observador] Quando o amor envelhece (mas não desaparece)

Quando o amor envelhece (mas não desaparece)
Três casais juntos há mais de 50 anos contaram ao Observador como era (e é) amar. Do amor que nasceu nas ruas de Alfama ao que foi por África adentro. E também o que se transformou em cumplicidade.

clica no link para ler as 3 historias completas
Fonte: http://observador.pt/especiais/quando-o-amor-envelhece-mas-nao-desaparece/



Em 1960 registaram-se em Portugal 749 divórcios para mais de 69 mil casamentos. Em 2013 o número corresponde a mais de 22 mil casos de separação, tendo em conta menos de 32 mil uniões matrimoniais. Os números são da Pordata e retratam a realidade de hoje em dia — há cada vez menos casamentos no país. Posto isto, o que faz um casal manter-se unido ao longo dos anos? E o que acontece ao amor depois de uma vida partilhada a dois? O Observador ouviu três casais que estão juntos há meio século e que contam como era e é amar.




"A senhora Manecas já tinha 27 anos quando conheceu o marido. Era doméstica de uma grande casa em Queluz — família à qual ainda hoje está ligada — e tinha por hábito estar à janela. Era nessas ocasiões que via diversos soldados passar de bicicleta. Entre eles, estava o futuro companheiro. “Ao sábado era quando eu regava as flores da casa. Ele era soldado em Queluz mas vivia em Algueirão, pelo que passava sempre com os outros soldados de bicicleta”, conta. "