Tempo em Algueirão Mem Martins

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Gazeta de Mem Martins

Era colecionável e custava 17$50
A 'Gazeta de Mem Martins' era o quinzenário regionalista ao serviço de Mem Martins e freguesias do concelho de Sintra
Será que alguém guardou uma relíquia desta publicação?
Onde era a redação?



quinta-feira, 21 de outubro de 2021

+ Betão na Tapada das Mercês.... !!! Quinta da Marquesa !!!

Faz sentido nascer um novo projecto urbanístico na Tapada das Mercês? 'Quinta da Marquesa'...

Um Parque Urbano e.... + Betão, + promessas de qualidade de vida...
ainda se lembram do slogan do projecto da Tapada das Mercês? 
"um lugar para morar que já vem com todos os extras"

Ténis, Bancos, Centro Comercial, Loja Cidadão.... e quem acreditou bem se sentiu enganado....   

e claro, esta informação sai para o público 
depois das eleições... (conveniente)


Acham que ainda há espaço de qualidade de vida na Tapada das Mercês com mais Betão?

Qual a previsão do aumento de habitantes da freguesia de Algueirão Mem Martins com a construção deste projeto?


O município de Sintra apresentou, esta terça-feira, a Unidade de Execução da Quinta da Marquesa, na Tapada das Mercês, na Freguesia de Algueirão Mem Martins, aos alunos do curso de arquitetura da Faculdade de Arquitetura de Lisboa, que vão testar e aperfeiçoar o modelo.

O projeto da Quinta da Marquesa, foi elaborado pela Câmara Municipal de Sintra e compreende uma área total de construção de 400.767 m² e de implantação de 147.691 m².

O desenvolvimento deste projeto centra-se no conceito de cidade compacta, que se encontra intimamente ligado ao desenvolvimento urbano sustentável e à qualidade de vida, na medida em que apresenta vários benefícios ao nível ambiental, social e económico. 

Neste sentido, “a concretização deste conceito passa, em primeiro lugar, pela qualificação do espaço público e um favorecimento do espaço destinado aos peões em detrimento do espaço destinado aos automóveis”, refere a autarquia em nota de imprensa.




Para a Quinta da Marquesa, prevê-se a criação de um Parque Urbano com cerca de 30 hectares, composto por equipamentos desportivos e educativos, e envolvido por espaços habitacionais, que apresentam uma relativa densidade.

Por sua vez, os quartões devem ser constituídos por blocos que variam aproximadamente entre os 3.000 m e os 7.000 m de área de construção, o que permitirá uma densidade média de 30 fogos por quarteirão (120 por unidade), considerando que 75 % seja destinado ao uso habitacional e os restantes 25% para atividades económicas. 

Para além da dotação obrigatória de estacionamento privativo, prevê-se uma dotação para o estacionamento público de 80 lugares por unidade. Não obstante, o sistema da cidade deve consubstanciar-se principalmente nos transportes públicos, nos modos suaves e na ligação entre este espaço e a interface ferroviária da Tapada das Mercês.

Faculdade de Arquitetura vai testar
Unidade de Execução proposta pela autarquia

Na ocasião, Basílio Horta, presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, sublinhar a importância do investimento já realizado na Tapada das Mercês e que “continua com a Quinta da Marquesa, num projeto que privilegia a nossa coletividade, a par da qualidade e do bem estar da população”. Segundo o autarca, “queremos devolver aos nossos munícipes o que é deles e fazer de Sintra um lugar onde valha a pena viver”.

A participação dos alunos da Faculdade de Arquitetura visa testar esta Unidade de Execução proposta pela autarquia, o que permite aperfeiçoar este modelo.

A Quinta da Marquesa está inserida na Área de Reabilitação Urbana de Algueirão Mem Martins/Rio de Mouro, criada com um conjunto de objetivos estratégicos, nomeadamente a revitalização do centro urbano, promoção da dinâmica e económica local e da integração social e cultural, valorização da Ribeira da Laje, criação de percursos pedonais e cicláveis e reabilitação do edificado privado e do património municipal.





domingo, 10 de outubro de 2021

Inventário do Património Arquitectónico em Algueirão Mem Martins

No site http://www.monumentos.pt

Pesquisei o Inventário do Património Arquitectónico

na Freguesia Algueirão Mem Martins...

E para quem pensa que não existe
património arquitetónico em Algueirão Mem Martins


»» Capela e Recinto da Feira das Mercês / Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Descrição
Recinto de feira, cercado por muro e possuindo uma Capela, um cruzeiro e uma casa agrícola.
Época Construção
Séc. 18
Cronologia
Séc. 18 - Construção da capela e da casa agrícola; 2006, 11 abril - o pocesso de classificação é encerrado pelo IPPAR; 2007, 17 janeiro - Despacho de classificação pela CMSintra
Observações
EM ESTUDO. *1 - Parte do Muro do Derrete situa-se na freguesia de Rio de Mouro. *2 - Recinto da Feira das Mercês e Muro de Derrete e imóveis que fazem parte do "espaço social" envolvente (Ermida de Nossa Senhora das Mercês, Cruzeiro das Mercês e casa-agrícola pombalina).






»»
Cruzeiro de Sacotes


Descrição
Cruzeiro em cantaria de calcário, constituída por um alto plinto paralelepipédico, onde se ergue uma tosca e pequena cruz latina, com braços de secção sensivelmente quadrada. As duas componentes articulam-se por encaixe do braço maior da cruz em reentrância escavada na face superior do plinto
Época Construção
Séc. 17 (conjectural)


Cronologia
Séc. 17 - provável execução do cruzeiro; séc. 20 - arranjo da zona envolvente, transformada em jardim.
Características Particulares Cruzeiro muito simples, com um plinto desproporcionado relativamente à exiguidade do tamanho da cruz. Nem o plinto nem a cruz ostentam qualquer ornamentação ou registo epigráficos.










»» Fontanário de Sacotes

Arquitetura Infraestrutural


 »» Ruínas da Ermida de São Romão
Descrição
Planta longitudinal, composta. por 2 rectângulos justapostos a que se adossam a N. os restos de 2 dependências (Sacristia e residência do ermitão). Massa horizontalista, de volumes articulados, truncados e arruinados. O edifício apresenta apenas parte da caixa murária, sem cobertura. Fachada principal, orientada, lateralmente delimitada por cunhais de cantaria, existindo somente a soleira do portal. Fachada S. com um vão de porta sem moldura e sem remate e uma janela de moldura quadrangular. INTERIOR: espaço correspondente a uma nave única com um banco corrido ao longo da caixa murária até ao arranque do arco triunfal, de que subsistem vestígios. Do lado N. restos da porta de acesso à Sacristia. Aos cantos das paredes da capela-mor encaixam-se as mísulas destinadas ao suporte da cobertura (em abóbada).
Época Construção
Séc. 16 / 19
Cronologia
Séc. 16 - construção ou reconstrução do edifício; 1768 - data do cruzeiro que se encontrava defronte da fachada principal da ermida; 1910 - o cruzeiro foi destruído; séc. 19 - Campanha de obras; 1927 - o edifício encontrava-se já sem cobertura e bastante arruinado.
Observações
*1 No Museu Arqueológico de Odrinhas guarda-se desde 1956 um túmulo cupiforme romano que integrou um dos cunhais da fachada principal, bem como uma pedra de ara romana que fora utilizada na parte central do altar da capela.


terça-feira, 5 de outubro de 2021

[SIC] Filas para conseguir consulta no Centro de Saúde de Algueirão Mem-Martins começam de madrugada

Os utentes do Centro de Saúde de Algueirão Mem-Martins queixam-se da falta de médicos. A fila para conseguirem marcar uma consulta começa a formar-se de madrugada e chega a durar várias horas.

https://sicnoticias.pt/pais/2021-10-04-Filas-para-conseguir-consulta-no-Centro-de-Saude-de-Algueirao-Mem-Martins-comecam-de-madrugada-38ed8a78


Há vários dias que o cenário é o mesmo: longas filas à porta do Centro de Saúde de Algueirão Mem-Martins e horas de espera para que seja possível marcar uma consulta. A manhã desta segunda-feira não foi exceção e muitas vezes as senhas não chegam para todos.

O problema não é de agora e agravou-se com a pandemia. Os utentes queixam-se da falta de médicos.

A Comissão de Utentes de Saúde de Algueirão Mem-Martins já tinha lançado uma petição em julho para exigir ao Governo a colocação de mais médicos, enfermeiros, auxiliares e administrativos no centro de saúde, mas a situação mantém-se.

A SIC pediu esclarecimentos à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, mas, até ao momento, não obteve resposta.

sábado, 2 de outubro de 2021

[BLITZ] Fazedor de êxitos, rapaz de família, ex-futebolista, futuro empreendedor. Quem é, afinal, Julinho KSD, o novo fenómeno da música portuguesa?


Canta em crioulo, português e inglês e soma sucesso após sucesso, com milhões de visualizações no Youtube e centenas de milhares de ouvintes mensais no Spotify. Julinho KSD tornou-se um fenómeno de popularidade nos últimos dois anos, a reboque de canções como ‘Sentimento Safari’ ou ‘Vivi Good’, e a BLITZ falou com ele para saber de onde vem, o que o move e para onde quer ir. “Não quero ter a mania. Se me vierem pedir uma foto sou a pessoa mais tranquila. Aqui no estúdio é diferente. Aqui tenho a mania”

Júlio Lopes é o seu verdadeiro nome, mas na música assina como Julinho KSD. Dois anos depois de o vídeo de ‘Sentimento Safari’ se tornar um fenómeno de popularidade no Youtube – conquistou, até ao momento, mais de 11 milhões de visualizações –, o artista de Mem Martins, Sintra, reúne os vários sucessos que foi amealhando pelo caminho e junta-lhes mais umas tantas canções naquele que é o seu álbum de estreia, “Sabi na Sabura”, que, em português, significa algo como “estar bem na vida”. A BLITZ encontrou-se com ele no seu estúdio e deixou-se guiar no bairro que o viu crescer e tornar-se o novo fenómeno da música feita em Portugal. Feita em Portugal, mas, claro, com sabor a Cabo Verde, país de onde os pais são originários.

[Público] A música, os lugares e os corpos na arte de Tristany (video)

Estreou-se o ano passado com o álbum Meia Riba Kalsa, tratado poético, musical e social, naquele que foi um dos lançamentos mais estimulantes da música portuguesa dos últimos tempos. Nascido no seio de uma família onde a música é omnipresente, aos 24 anos, afirma-se como uma das vozes mais singulares de uma nova geração que se sente à vontade com o português e o crioulo, a cultura global do hip-hop e as singularidades locais à volta do funaná ou da kizomba, sendo capaz de fazer brotar poesia das ruas de Mem Martins ou da Linha de Sintra, sem deixar de ter consciência das tensões, conflitos e dificuldades. Na sua arte há histórias de amor, de amizade, de crescimento ou de corpos negros injustiçados. Este sábado estará em Viseu. A 15 de Outubro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Antes disso, está aqui em conversa com Vítor Belanciano, no Não Grites, Olha os Vizinhos!