Tempo em Algueirão Mem Martins

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

'Mundo Português': Lusiteca

Lusiteca: “Somos uma empresa que prima pela qualidade, excelência e respeito pela comunidade e pelo meio onde está inserida

Lançada em Janeiro de 1968 por três empresários portugueses a Lusiteca é até hoje uma empresa cem por cento nacional. A necessidade dos produtos passarem a ser embalados, levou os proprietários a abrirem uma empresa de empacotamento de géneros alimentares em Mem Martins, concelho de Sintra, onde está até hoje, num terreno de 12 mil metros quadrados. Rapidamente evoluiu para o mundo da confeitaria, com o fabrico de rebuçados de fruta e progressivamente começou a aumentar a variedade dos seus produtos. Mas 1975 foi um ano marcante para a empresa, com o lançamento da pastilha elástica Gorila. 

Em 1981 surgiu a Super Gorila e os caramelos de fruta Circo foram lançados em 1988. 
Ao longo de 40 anos, a Gorila transformou-se num marca mítica e num produto de eleição para sucessivas gerações de portugueses, como comprova a página na rede social ‘Facebook’, que já tem perto de 200 mil fãs.
Os mercados externos foram sempre importantes para a empresa, do que é exemplo a presença há mais de 20 anos em Angola. Atualmente exporta a sua gama de produtos para 24 países, de quatro continentes. Com tudo isto, a administração da Lusiteca mantém o objetivo principal de crescer, primando pela qualidade e excelência dos produtos sempre com o objetivo de proporcionar aos seus consumidores “bem-estar, diversão, sabor e doçura”, como referiram os administradores Pedro Sales e Ana Paula Costa ao «Mundo Português».

Ao longo dos 46 anos de existência da Lusiteca, quais foram os momentos ‘chave’ para o seu crescimento?
Os momentos chave são sempre a criação de uma nova marca. 
A Gorila criada em 1975 é um sucesso, mas a nossa marca Penha também o é, com os caramelos de fruta, caramelos de nata e outros. O facto de iniciarmos a exportação há 25 anos também foi um momento “chave”. A Lusiteca lançou - com destaque para as pastilhas Gorila - verdadeiros produtos de afeto que acompanham gerações. 


Nesse sentido, o público-alvo continua a ser o infantil? Mudou o perfil destes consumidores? 
E qual é a estratégia da empresa para o segmento de consumo de adultos?
As pastilhas Gorila Bubble Gum marcaram muito em particular uma geração. Mas como Portugal está “sem crianças”, hoje em dia estamos a mudar um pouco a estratégia e estamos a concentrar-nos no sem açúcar, para as camadas mais jovens e adultos.

A partir de que altura, o mercado nacional começou a tornar-se pequeno para o crescimento da empresa?
O mercado Nacional pode ser pequeno, mas a empresa é 100% Portuguesa, por isso é um mercado para nós com interesse. Como disse anteriormente, a primeira exportação que a Lusiteca fez estávamos no ano de 1972 e foi para Angola.

Os produtos da Lusiteca chegam atualmente a quantos países?
Durante o exercício de 2014, os produtos da Lusiteca chegaram a 24 países, repartidos por quatro Continentes.
Numa anterior entrevista ao «Mundo Português», referiram como estratégia de investimento, os mercados do Norte de África e do Médio Oriente? Essa perspetiva mantém-se?
Sim, essa perspetiva mantem-se, com algumas dificuldades. Por isso estamos a apostar noutros mercados. A nossa estratégia está mais abrangente e outros clientes estão no nosso horizonte.
A Lusiteca iniciou as exportações há duas décadas, com o foco nos PALOP. Angola continua a ser o principal mercado para os produtos da empresa? Que novidade há quanto ao investimento nesse país e noutros dos PALOP?
O mercado de Angola foi o nosso mercado de exportação, ainda é muito importante, mas como dissemos estamos a apostar noutros mercados. Temos presença em Moçambique, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e queremos expandir no Continente Africano e também na Europa Central.
Ainda em relação aos mercados externos, quais são as perspetivas quanto às exportações para a China?
Em relação à China, estamos a desenvolver contatos com alguns distribuidores locais no sentido de aprofundar relações comerciais com essa geografia. Mas o modo de negociar deles é muito diferente do nosso.
2014 foi um ano de novos lançamentos? Em 2015 estão previstos lançamentos de novos produtos? Apresentaram algum novo produto na edição deste ano do SISAB PORTUGAL?
Depois de um ano em que atingimos 12 M de volume de negócios, pois lançámos a Gorila sem açúcar, lançámos gomas, relançámos a nossa marca Circo, queremos manter este valor para o ano de 2015, mas tudo vai depender da crise que nos afetou neste princípio de ano no mercado Angolano. Mas se esta situação transitória for revertida, decerto conseguiremos a recuperação no mercado Angolano, bem como vendas para outros mercados. O SISAB para a Lusiteca este ano foi muito produtivo, não por irmos com um novo produto, mas pelos contatos estabelecidos. A nossa área comercial ficou muito contente com esta edição.
Começámos dia 20 de Abril a comercializar um sabor novo da nossa pastilha Gorila BBG, é um sabor indefinido bem ‘Crazy’ é uma pastilha sem cromo, com cores de verão, é bem diferente da habitual caixa vermelha, é uma edição limitada… provem e descubram o sabor.

Quais são os objetivos da empresa para os próximos anos?
Os objetivos são crescer, não na criação de novas marcas. A Lusiteca foi criada em 1965 tendo evoluído a seu negócio para a confeitaria, nos dias de hoje é considerada a maior empresa nacional no seu ramo. 
O seu negócio é desenvolver, fabricar e comercializar produtos de qualidade, que proporcionem aos nossos consumidores bem-estar, diversão, sabor e doçura. Sempre foi nossa política estabelecer com os nossos parceiros de negócios uma relação de confiança, gerando valor pelo crescimento e rentabilidade para ambas as partes. 
Somos uma empresa que prima pela qualidade, excelência e respeito pela comunidade e pelo meio onde está inserida, falando neste aspeto ainda no dia 9 de Abril fizemos pela primeira vez na História da Lusiteca, um ‘Open Day’, que foi coordenado pelo departamento de Marketing e correu muito bem. Consistiu em abrirmos os portões da empresa, quem quisesse entrava, recebiam um saco com um sortido de guloseimas e conheciam o Gorila… quisemos prolongar a Páscoa adoçando a boca aos que nos estão mais próximos. Pode-se dizer que fizemos um ‘Sampling’ em nossa casa e que achamos que correu muito bem, quem veio adorou. Vamos decerto repetir noutras ocasiões. Os nossos clientes merecem estes mimos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

[Publico] Fábrica das bolachas Triunfo encerra e deixa 97 sem emprego

A fábrica de Mem Martins da Mondeléz Internacional, multinacional que detém as bolachas Oreo ou os chocolates Cadbury e que em Portugal é dona da Triunfo, vai fechar as portas no terceiro trimestre de 2016.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela empresa aos seus 97 trabalhadores. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústria da Alimentação, Tabaco e Bebidas (Sintab), a notícia foi recebida com surpresa e justificada com a pouca utilização da capacidade de produção, que será agora deslocalizada para a República Checa.
Fábrica da Triunfo em Coimbra encerrou em 2011. Agora foi a vez da produção de Mem Martins
Esta empresa trabalha sábados e domingos e produz em grande bolachas de água e sal da marca Ritz, não tem dívidas. Mas finalizaram agora uma fábrica na República Checa com grande capacidade de produção…”, lamenta Fernando Rodrigues, dirigente do Sintab, que vai pedir reuniões de emergência com os grupos parlamentares. Além da Ritz, a unidade produzia bolachas das marcas belVita, Fruit & Fit, LU, Chipmix, Vitasnella, Triunfo, Proalimentar e Fontaneda. É a única fábrica da Mondelez em Portugal.

Em comunicado, a multinacional confirma o encerramento mas recorda que a empresa emprega no país outros 120 trabalhadores. A decisão, justificou, “prende-se com o facto de a fábrica utilizar apenas 35% da sua capacidade de produção, um cenário que se verifica já desde 2012”. 

Ao longo dos últimos três anos, com o objectivo de impulsionar a produção na fábrica de Mem Martins, a Mondeléz investiu mais de quatro milhões de euros na aquisição de equipamento tecnológico e transferiu volumes de produção de outras marcas para Portugal. Contudo, não foi possível atingir os níveis de eficiência adequados, face a uma concorrência cada vez maior no sector alimentar. Desta forma, a maioria da produção da fábrica portuguesa vai ser transferida para a fábrica de Opava na República Checa”, continua.

A Mondeléz nasceu da cisão do gigante Kraft Foods e ficou com o negócio de bolachas, snacks e guloseimas, onde se inclui a história Triunfo. Esta marca portuguesa com mais de 100 anos foi fundada por um grupo de empresários de Coimbra em 1913, esteve nas mãos da holding pública IPE e foi comprada nos anos 1990 pelo grupo de Jorge de Mello. A Nutrinveste, holding do sector agro-industrial do grupo (dono do azeite Oliveira da Serra), encerrou a emblemática fábrica de Coimbra em 2001 – ainda hoje abandonada - e concentrou a produção em Mem Martins. Contudo, em 2004, vendeu a unidade e a marca de bolachas à United Biscuits (UB), de origem britânica. Foi o início de uma era de gestão e capital estrangeiros.

Dois anos depois, a gigante Kraft Foods compra a marca portuguesa no âmbito da aquisição do negócio Ibérico da UB. E, em 2011, a multinacional decidiu separar os seus negócios de bolachas, snacks e guloseimas da área de alimentação e bebidas. A Mondelez International passou, assim, a ser dona da portuguesa Triunfo.

Nota sindical: Mondelez participa encerramento


Jumbo de Sintra abre dia 12 Novembro

Jumbo de Sintra abre ao público dia 12 Novembro

Mondeléz International vai fechar fábrica de Mem Martins

A direção da Mondalez Internacional anunciou esta segunda fera [2 de novembro] aos seus colaboradores da Fabrica de Mem Martins que irá encerrar unidade fabril no terceiro trimestre de 2016. A unidade de produção de Mem Martins produz bolachas de diferentes marcas e emprega atualmente 97 trabalhadores permanentes.



De acordo com a empresa, “nos próximos dias iniciar-se-á um processo de diálogo com os Representantes dos Trabalhadores, com o objetivo de, em conjunto, ser encontrada a melhor solução para os colaboradores afetados.”

Segundo a Mondeléz International, o encerramento da unidade tem a ver com o facto de “a fábrica utilizar apenas 35% da sua capacidade de produção, um cenário que se verifica já desde 2012.”

Nos últimos três anos, a empresa investiu cerca de 4 milhões de euros na aquisição de equipamento tecnológico e transferiu volume de produção de outras marcas para Portugal com o objetivo de impulsionar a produção na fábrica nacional. No entanto, “não foi possível atingir os níveis de eficiência adequados, face a uma concorrência cada vez maior no setor alimentar. Desta forma, a maioria da produção da fábrica portuguesa vai ser transferida para a fábrica de Opava na República Checa”, explica uma nota enviada às redações.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Hipermercado Jumbo... quase quase...


Alunos preparam concerto de ajuda aos refugiados

Docentes, encarregados de educação e alunos organizam concerto «SOS – o mundo precisa de ti» para reunir fundos que permitam apoiar refugiados

«SOS – o mundo precisa de ti». Este é o nome de um concerto solidário agendado para o próximo dia 15 de novembro e que terá lugar no Colégio Amor de Deus (CAD), em Cascais (Lisboa), a partir das 18h00.

As verbas angariadas com o espetáculo destinam-se às «famílias que serão acolhidas pela Plataforma Comunidade», uma entidade católica, inserida no Centro Social Paroquial de Algueirão – Mem Martins Mercês, que está associado à PAR – Plataforma de Apoio aos Refugiados, explica em comunicado Helena Oliveira, diretora geral do CAD.

Na missiva, a religiosa enaltece o «papel importante» da educação «no enorme desafio que representa o entendimento global». O concerto é organizado por «uma equipa de professores do colégio». Entre outros, o espetáculo conta com a atuação do guitarrista e compositor português João Gil, mas também de professores, encarregados de educação, alunos e antigos estudantes.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

[DN] Estação de Mem Martins parada a ver passar comboios e droga

O que mudou desde 2007??? 
Quando é que Algueirão Mem Martins terá uma estação ferroviária digna do Século XXI?


Texto no 'Jornal Diário de Noticias' de 18 janeiro de 2007
O edifício da estação ferroviária de Algueirão - Mem Martins parece saído do "Portugal dos pequeninos". Na única sala aberta ao público, onde funcionam as bilheteiras, consegue sentar-se apenas uma dúzia de pessoas. "A estação está parada no tempo", desabafa Maria Pereira, 27 anos. Trabalha há nove meses numa das lojas situadas na passagem inferior que liga as duas plataformas. "O túnel inunda-se quando chove e fica um cheiro insuportável, porque os esgotos transbordam", diz.

Além desta loja de artigos de viagem e bugigangas, existe ainda um café e uma loja de música, que também tem um pequeno espaço Internet. "Pagamos o saneamento aos serviços municipalizados da câmara, mas quando há problemas passam a batata quente à CP ou à Refer", conta ao DN Nuno Costa, de 26 anos. Ele e o pai exploram há nove anos a cafetaria Ponto Final. "Aquele túnel ali ao fundo à esquerda, do lado de Mem Martins, é o mais perigoso", explica. É longo e nem sempre bem iluminado, e por isso "há mais assaltos".


Ao lado do café, numa pequena loja de música forrada de CD e DVD, trabalha há 20 anos João Freitas. "Nunca tive problemas, mas também não me meto com ninguém", conta. Mas "há gente que passa no túnel de bicicleta a grande velocidade e às vezes de mota", queixa-se.

A linha de Sintra divide a freguesia. Do lado de Mem Martins, além da estação, não existem mais abrigos para os utentes. Do lado do Algueirão, existe uma sala de espera em vidro e uma pastelaria. "A estação não tem condições e faltam abrigos nas plataformas", explica Bruno Silva, de 24 anos. "Mas o problema mais flagrante é o flagelo da droga", explica o jovem, que trabalha na pastelaria Matina há seis anos. "É o tráfico às claras que torna a estação insegura", reforça.

"É a vergonha das vergonhas", desabafa Maria Alfaiate, de 56 anos. Aguarda o comboio para Sintra dentro da pequena estação e conta: "Tenho medo de estar lá fora. Já os vi à pancada [aos toxicodependentes] e tenho medo deles." Além disso, "a GNR vem cá e não faz nada. Deviam fechar as portas e só deixar entrar quem tivesse bilhete", defende.

José Bento, de 52 anos, conhece bem esta situação. "Salta à vista de qualquer um", diz. José vende jornais no quiosque do lado do Algueirão há 40 anos. "É um problema grave, mas as autoridades pouco podem fazer", lamenta.

[Correio Manhã] Ajuda condutora e foge com carro

A jovem de 26 anos parou o carro na rua das Mercês, em Mem Martins, Sintra, domingo à noite, mal se apercebeu de uma avaria na viatura. Era afinal um pneu furado, quando o relógio marcava as 21h00. E na altura em que a condutora tentava resolver o problema surgiu um homem que se ofereceu para a ajudar a mudar o pneu. Foi o que fez, mas a noite acabou com a jovem apeada devido ao ataque do homem – que lhe roubou o automóvel. Quando a condutora já estava pronta para se ir embora, depois de o problema do carro estar resolvido, o homem pediu-lhe boleia: disse que trabalhava num posto de abastecimento de combustíveis a poucos metros da rua das Mercês. 

A jovem acedeu e acabou por ser encaminhada para uma rua sem iluminação. Mal parou o automóvel, o homem recusou-se a sair e disse que queria conversar. A jovem, assustada, saiu do carro à pressa e o homem aproveitou para passar para o lugar do condutor, roubando o veículo. A vítima alertou de imediato a PSP e os agentes ainda tentaram localizar o Volkswagen Polo da jovem, mas sem sucesso.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/ajuda_condutora_e_foge_com_carro.html

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

[Negócios] Jungheinrich reforça aposta em Portugal com novas instalações em Mem Martins

A empresa de equipamentos de movimentação de carga, tecnologia de armazenamento e fluxo de materiais Jungheinrich vai reforçar a aposta em Portugal com um investimento em novas instalações em Mem Martins, Sintra.
A multinacional alemã vai apostar no mercado português, investindo cerca de 700 mil euros em novas instalações em Mem Martins. O novo complexo da Jungheinrich Portugal vai ter uma área de 4 mil metros quadrados, adiantou a empresa numa nota de imprensa enviada esta segunda-feira, 19 de Outubro, às redacções.
Esta é a primeira fase de uma série de investimentos que a empresa alemã está a preparar para o mercado nacional.

Mark Wender, director executivo da Jungheinrich Portugal, revela que "com estas instalações estão criadas as condições para prestar um serviço de excelência aos nossos clientes". 


"Estes investimentos vão reforçar o reconhecimento da Jungheinrich enquanto fornecedor completo em logística integral e também ao nível de soluções automatizadas", diz Mark Wender no mesmo comunicado.


Segundo a empresa, a Jungheinrich Portugal atingiu em 2014 uma facturação de cerca de 11 milhões de euros, registando um crescimento de 11%, relativamente ao ano anterior e já no primeiro semestre deste ano verificou um aumento de 27% de encomendas em relação ao período homólogo.

Temporal arranca tenda da TVI na Tapada das Mercês

O temporal arrancou por completo a estrutura do palco do Somos Portugal o que obrigou a uma mudança no programa que está hoje no ar.
O Somos de Portugal deveria ter sido hoje em direto da Feira das Mercês que se situa em Sintra. No entanto, o temporal que se está a fazer sentir arrancou por completo a estrutura do palco do programa de variedades da TVI.

A feira foi mesmo cancelada e a produção decidiu cancelar o programa nessa mesma localização, conforme informou na sua página de facebook: “ÚLTIMA HORA! Em virtude do mau tempo sentido em Sintra, o Somos Portugal será realizado no “Mercado da Vila” em Cascais. A nossa principal preocupação é a segurança de todos. Contamos convosco? A nossa equipa fica à vossa espera… Para juntos fazermos a festa!”.

Como alternativa, o programa foi deslocado para o Mercado da Vila em Cascais de onde está hoje me direto. Vê as imagens impressionantes do temporal a arrancar o palco do Somos Portugal.

domingo, 18 de outubro de 2015

[DN] Vento e chuva obrigam ao encerramento da Feira das Mercês

O recinto da feira "teve de ser encerrado por razões de segurança"
Feira das Mercês, tradicional espaço de animação etnográfica saloia, foi hoje encerrada, em consequência do vento e chuva fortes que assolaram durante a manhã o concelho de Sintra, informou fonte do serviço municipal de Proteção Civil.

Segundo o comandante da Proteção Civil de Sintra, Pedro Ernesto Nunes, a Feira das Mercês "foi encerrada devido ao mau tempo", durante a manhã, e a sua reabertura "vai depender das condições" determinadas pela organização. A tradicional "Feira das Mercês - Feira saloia de Sintra", que conta com o apoio das juntas de freguesia de Algueirão-Mem Martins e de Rio de Mouro, devia funcionar entre sexta-feira e domingo e de 23 a 25 de outubro no habitual recinto da Tapada das Mercês.

A feira assume-se como uma das "mais emblemáticas do concelho, com animação etnográfica saloia, espaços de restauração, bancas de artesanato, área infantil e espetáculos de palco", segundo a autarquia.
O comandante dos bombeiros voluntários de Algueirão-Mem Martins, Joaquim Leonardo, explicou que o recinto da feira "teve de ser encerrado por razões de segurança", devido ao mau tempo, desconhecendo se o espaço terá condições para funcionar ainda durante este fim de semana.

"Durante duas horas tivemos de acorrer a cerca de 50 ocorrências, principalmente relacionadas com a queda de árvores e de estruturas amovíveis", adiantou o comandante dos bombeiros, acrescentando que, no entanto, "não se registaram danos pessoais". Já no centro histórico de Sintra, duas pessoas sofreram ferimentos ligeiros provocados pela queda do ramo de uma árvore junto ao antigo Hotel Central, perto do Palácio Nacional de Sintra.

Um homem e uma mulher passavam junto ao Café Paris, situado ao lado da esplanada do antigo hotel, quando foram atingidos pelos ramos da árvore, sendo assistidos no local por uma unidade do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O vento forte e a chuva intensa que se registou a meio da manhã na região levou o serviço municipal de Proteção Civil "a encerrar os acessos à serra, por precaução e devido à queda de algumas árvores", acrescentou Pedro Ernesto Nunes.

A sociedade Parques de Sintra-Monte da Lua, que gere os monumentos na serra, informou que os acessos nomeadamente ao Palácio da Pena e Castelo dos Mouros foram encerrados em consequência do mau tempo. O comandante da Proteção Civil informou, pelas 14:30, que a estrada que liga o Ramalhão e São Pedro de Penaferrim e a rampa da Pena ainda continuavam "cortadas ao trânsito", para a remoção dos restos de arvoredo que caiu nas vias. Além das corporações de bombeiros do concelho, meios da Proteção Civil e da Câmara de Sintra foram mobilizados para as operações de desobstrução e limpeza de estradas e caminhos.

sábado, 17 de outubro de 2015

MIKE FIND MIND // Coincidências (video)

[TVI] Mercês - Somos Portugal

no dia 18outubro

Somos Portugal A festa preferida dos portugueses vai estar nas Mercês em Sintra. Cristina Ferreira - TVI, Nuno Eiró e Mónica Jardim - TVI contam consigo para mais um #SomosPortugal. Domingo, na sua #TVI: http://goo.gl/hu9iox
Posted by TVI on Sexta-feira, 16 de Outubro de 2015

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Obrigado pela Feira Medieval 2015... (video)

Deixo o meu agradecimento ao Comercio Tradicional de Mem Martins pela organização da Feira Medieval na Av. Chaby Pinheiro e na Rua de Fanares, que se tornou num evento único na Vila, atraindo milhares de pessoas às ruas, provavelmente como nunca visto por aqui…
Av Chaby Pinheiro

Foram 3 dias de festa e animação… com noites animadas… 

Penso que a população de AMM gostou, ficou orgulhosa do evento… transmitindo uma excelente imagem da nossa terra.  

Infelizmente, como sempre, há pessoas que gostam de criticar, falar mal… tudo parece incomodar… 

Queremos mais festas assim...
Rua de Fanares

Clica abaixo para ver o video

domingo, 11 de outubro de 2015

* OpiniãoAMM: A valorização de AMM

Texto Nuno Maior
(administrador do grupo facebook 'Por um Algueirão Mem Martins Melhor')


Aproveitando o primeiro aniversário deste fórum, faço um breve balanço dos textos publicados e verifico com agrado e até com entusiasmo a riqueza de opiniões e a diversidade de pessoas interessadas em pensar a zona, em refletir, em partilhar as suas ideias e em melhorar AMM. Como o José Silveira ou o Célio Ramos que nos transportaram para a nossa própria infância passada em AMM de forma tão diferente das infâncias actuais, e é também essa actualidade e sua problemática que o José ou o Célio se dedicam a analisar, e a contribuir com o seu esforço de cidadania, seja o José na Associação de Moradores da Tapada das Merces, ou o Célio na luta politica com o movimento civico MUDA.

Ou o Paulo Marques, que nos recordou da riqueza e diversidade do comércio local de AMM, que nos últimos anos tem sofrido o declínio a que todos assistimos. Paulo Marques que tanto se tem esforçado por contrariar esse declínio, dinamizando os vários eventos que têm tido existido juntamente com outros pequenos comerciantes.

O Fernando Lebre que nos lembra as “coisas” boas de AMM, mas também não esquecendo as más, e no entanto não perdendo a esperança na melhoria de AMM.

Ou o Tiago Pereira, relembrando que existe vida cultural em AMM, com esforço e dedicação este jovem tenta dinamizar o teatro e dar vida a vila, uma missão tão inglória e difícil. Ou Nelson Lucas regressado do seu “exilio” na capital, chega a casa para prosseguir a sua actividade cultural.

O Nuno Azevedo, incansável lutador pela causa animal, mas também defensor dessa zona esquecida há décadas pela CMS – A Tapada das Mercês.

O Pedro Rocha, com a sua motivação e certeza que juntos podemos lutar por um AMM Melhor. E tantos outros que contribuíram para esta reflexão e que não foram mencionados, mas não esquecidos.

Ao dinamizador e criador Hugo Nicolau, sempre preocupado com AMM, em conhecer pessoas que partilhem desse carinho e preocupação, e a quem não posso deixar uma palavra de agradecimento pela sua entrega e dedicação.
Perdoe-me o Hugo Nicolau por já ter excedido em muito o limite de caracteres, mas não posso deixar de acabar com perguntas e com mais reflexões… O que fazer com estas ideias, opiniões, preocupações?

Como canalizar este esforço para algo concreto, que represente uma vontade, uma união, com um único objetivo claro e despido de outro interesse senão o de contribuir para uma melhoria da qualidade de vida de AMM? 
Resta-me agradecer a todos pelo envolvimento.

sábado, 10 de outubro de 2015

Festa de inauguração da Casa Benfica no Algueirão

Jantar no pavilhão desportivo da Escola Mestre Domingos Saraiva, no Algueirão
Discurso do presidente da Junta de Freguesia, Valter Januário
Discurso do presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira
Toda a direcção com Luís Filipe Vieira

Luís Filipe Vieira em Algueirão Mem Martins (video)

Luís Filipe Vieira foi, esta sexta-feira, inaugurar a casa do Benfica de Algueirão-Mem Martins (Sintra) e arrastou consigo um batalhão de jornalistas, na expectativa de ver o líder encarnado responder às acusações de Bruno de Carvalho, sobre prendas oferecidas aos árbitros nos jogos da Luz.
De tal forma que o presidente da Junta de Freguesia, Valter Januário, confrontou o líder encarnado: "Presidente, tantos jornalistas... parece uma banda filarmónica!" Ao que Vieira respondeu: "Sei o que eles querem, mas daqui não levam música".
Texto completo:DN [link]


Vieira esteve esta noite em Algueirão-Mem Martins para inaugurar a casa do Benfica naquela localidade. O presidente do Benfica distribuiu autógrafos e posou para a foto, sempre muito solicitado entre os adeptos. [Fotos: LUSA]